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Por que eu não busco o sucesso…

“Sua ideia sobre si mesmo é emprestada – emprestada daqueles que também não têm a menor ideia de quem são eles mesmos.” Osho

Somos constituídos daquilo que John Northan e Campbell chamaram de eu essencial e eu social. A compreensão da distinção pode minimizar conflitos internos referentes ao que fazer, como fazer e porque fazer.

Nosso eu social é semelhante a nossa personalidade, é a face externa, nosso eu exterior pelo qual somos conhecidos pelos outros.

Nosso eu essencial é uma fonte profunda e misteriosa que nos liga ao sagrado, aquilo que além de nós.

Quando nosso eu social rege nossa vida, trabalhamos em busca de sucesso – uma medida calibrada externamente.

Quando trabalhamos com nosso eu essencial a medida que usamos é a satisfação – uma medida calibrada internamente.

Nosso eu essencial representa nossa essência, nossa bussola interna, o que desejamos e o que, quando apoiado gentilmente por nosso eu social , nos guiará infalivelmente até a auto realização.

Mas no meio do caminho, nosso eu social, nossa personalidade, manipula e ultrapassa constantemente nosso pensamento de modo a fazer com que nos conformemos com uma bússola externa – o que as pessoas vão pensar, nossa imagem, nossas deficiências, como seremos avaliados ou julgados, se teremos sucesso ou não, se nossas ações irão melhorar nossa carreira ou não – ou seja, nosso nível de sucesso.  Diga-se de passagem, há uma indústria incansável que todos os dias lhe vende formulas de sucesso.

 Em contrapartida nosso eu essencial ama – a personalidade chama isso de paixão – e avisa que o objeto de nossos desejos não é perfeito, é perigoso, pouco confiável e algumas vezes nada atraente.

O eu essencial  quer fazer do mundo um lugar melhor, mas o eu social sussurra mil seduções em nossos ouvidos – razoes pelas quais nosso idealismo é ingênuo e destinado a falhar.

Nosso eu essencial quer que nos realizemos – o eu social derrama o desprezo sobre nós pelo fato de sermos idealistas.

Apesar de nossas vidas sucumbirem em direção à bussola externa, do nosso eu social, ansiamos por sermos guiados autenticamente de dentro para fora, por nosso eu essencial.

Meu nome é Luisa Araujo e meu trabalho é iluminar consciências, abrir corações, levando inspiração ampliada e conscientização do seu papel e sua obra nesta existência.

Abraço mindful

1 de dezembro de 2015

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